Jairo Arco e Flexa
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Jairo Arco e Flexa (São Paulo, 21 de julho de 1937 - 19 de setembro de 2018) foi um ator, crítico de arte, diretor, dublador, escritor, jornalista e tradutor brasileiro. Atuou em novelas televisivas, peças de teatro e filmes nacionais. Era amigo da dubladora Nair Silva, que o escalava em algumas dublagens.[1] Além disso, também trabalhou como tradutor na Odil Fono Brasil.
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Biografia editar
Jairo iniciou sua carreira como ator em 1955, aos 18 anos, na peça A Vida Impressa em Dólar (1955), no Teatro Oficina. Em 1959, participou do Grande Teatro Tupi, no episódio A Incubadeira. Atuou em diversas novelas e passou por várias emissoras, como a TV Excelsior, Rede Record, Rede Bandeirantes e Rede Globo.
Em 1965 se casou com Teresinha de Almeida Arco e Flexa, com quem teve dois filhos: Rodrigo Nathaniel e Daniela.[2]
Jairo atuou em diversas peças, como Navalha na Carne (1967) a qual dirigou e recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte. Suas peças possuiam cunho político, ocasionando em problemas com a censura da ditadura militar, fazendo com que Jairo se exilasse nos Estados Unidos. Nos anos 80 Jairo retorna ao Brasil, onde passou a atuar em cinema e novelas, com sua re-estreia acontecendo no Grande Teatro Tupi.
Como ator seu último trabalho foi na minisérie O Portador (1991), na Rede Globo. A série causou polêmica por ser a primeira obra da teledramaturgia brasileira que retratou a AIDS.
Jairo faleceu em 19 de setembro de 2018, com sua morte sendo divulgada nas redes sociais por seus amigos.[3] A causa de sua morte não foi oficialmente divulgada.
Trabalhos em Dublagem editar
Tokusatsus editar
- Jiban - O Policial de Aço (1987-1988) - Senhor Sheba (Daisuke Ban)
- Jiraiya - O Incrível Ninja (1988-1989) - Nomia