Prisioneiro de Azkaban arrecadou um total de US$ 808 milhões em todo o mundo, tornando-se o segundo filme de maior bilheteria de 2004, atrás de Shrek 2. Os críticos elogiaram a direção de Cuarón e as performances dos atores principais. É creditado por marcar uma mudança notável no tom da franquia e no estilo de direção e é frequentemente considerado por críticos e fãs como o melhor filme de Harry Potter. Foi indicado a dois Oscars, Melhor Trilha Sonora Original e Melhores Efeitos Visuais, no 77º Oscar em 2004. Foi seguido por Harry Potter e o Cálice de Fogo em 2005.
Sinopse
É o início do terceiro ano na escola de bruxaria Hogwarts. Harry, Rony e Hermione têm muito o que aprender, mas uma ameaça ronda a escola, e ela se chama Sirius Black. Após doze anos encarcerado na prisão de Azkaban, ele consegue escapar e volta para vingar seu mestre, Lord Voldemort. Para piorar, os Dementores, guardas supostamente enviados para proteger Hogwarts e seguir os passos de Black, parecem ser ameaças ainda mais perigosas.
Tanto a dublagem quanto as legendas do filme foram feitas com auxílio de Lia Wyler, tradutora de todos os livros da saga, que concedeu aos responsáveis pela tradução do longa glossários feitos pela própria que continham todas as adaptações feitas por ela durante os livros (exemplos: Nomes próprios, apelidos, nomes de espécies, feitiços, nomes de objetos, etc.)[1]. Tais adaptações foram usadas também nos outros filmes e são usadas em outras mídias até os dias de hoje.
O personagem Cedrico Diggory faz uma pequena aparição no filme, mas sem nenhuma fala, enquanto Peterson Adriano, que viria a se tornar o dublador do personagem em Harry Potter e o Cálice de Fogo, aparece dublando outro personagem neste filme.
Waldir Fiori não reprisou seu papel de Argo Filch, sendo substituído por Mário Monjardim exclusivamente neste filme.