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Darcy Pedrosa

De Dublapédia

Darcy Oliveira Pedrosa Castro (Rio de Janeiro, 9 de maio de 1930 – Rio de Janeiro, 29 de maio de 1999), mais conhecido como Darcy Pedrosa, foi um ator, radioator, dublador, compositor, médico, locutor e radialista brasileiro. É amplamente reconhecido e respeitado por especialistas da área de dublagem como um dos melhores dubladores que o Brasil já teve, sendo também frequentemente considerado como o maior dublador do país no século XX bem como segundo maior dublador brasileiro de todos os tempos, seguindo Orlando Drummond (também conterrâneo e colega de profissão com que trabalhou na maioria de seus sucessos de carreira na dublagem).

Um dos pioneiros na história da dublagem nacional, sua icônica voz marcou inúmeros atores que já passaram pela TV Brasileira (sendo sua especialidade, vilões e coadjuvantes). Até sua morte, Pedrosa era tido como, praticamente, o dublador oficial dos atores Gene Hackman, James Earl Jones, Jack Nicholson, Anthony Hopkins, Chuck Norris, Brian Dennehy, Ricardo Montalbán, DeForest Kelley (na franquia clássica dos filmes de Jornada nas Estrelas), Jack Palance (no programa Acredite Se Quiser) e John Hillerman (na série Magnum). Já em personagens de desenhos, por sua vez, ele é principalmente lembrado por ter dado voz ao vilão Coringa nas séries e longas animados de Batman durante a década de 1990.

Biografia editar

Primeiros Anos: Teatro e Rádio editar

Darcy, junto de Nelma Costa e Clarita Ramos, na Rádio Globo em 1951.

Nascido em 1930, no Rio de Janeiro, Darcy começou sua carreira artística em 1947 estrelando peças infanto-juvenis no teatro do Sesi e obras de Molière, como O Burguês Fidalgo, no Teatro Municipal. No rádio, ele ingressou em 1949, na Rádio Roquete Pinto, permanecendo na mesma até 1950. Logo depois, Darcy entrou para Rádio Cruzeiro do Sul, porém, ele ficou nela por um curto tempo. Pouco depois, ainda em 1950, acompanhando uma amiga para fazer testes na Rádio Globo, ele precisou contracenar com ela e acabou sendo contratado para trabalhar na rádio novela Madalena, ao lado de Ísis de Oliveira. Permanecendo na emissora até dezembro de 1952, ele também atuou entre outras produções, como a novela O Jogador, também feita em 1950.

Darcy (ultimo sentado a esquerda), junto de Domingos Martins e Célia Morais, no início de seu contrato na Rádio Nacional em 1953.

Foi então que 1953, com a estreia da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Darcy fora contratado pela emissora junto de Navarro de Andrade. Foi neste período que ele começou a se tornar famoso no Rádio, tendo sido, no decorrer da década de 1950, um dos principais atores da Nacional. Isso se deveu em grande parte por conta de sua charmosa voz de “galã”, com Rodolfo Mayer inclusive o considerando como uma das vozes mais bonitas e privilegiadas da época (razão pela qual ganhou o prêmio de Melhor Radiator na década de 50, principalmente por narrar e interpretar Sua vida e você). Da fato, Darcy chegou a estrelar seis novelas por dia e ao vivo. Neste período, ele também fez muitos trabalhos ao lado de colegas que depois iriam igualmente como ele para a dublagem como Newton da Matta, Domício Costa, Carlos Marques, Rodney Gomes, Cauê Filho, Milton Rangel, Neuza Tavares, Mário Lago, dentre outros.

Darcy (2º à esquerda para direita) ao lado de Lúcia Delor, Saint-Clair Lopes e Jonas Garret na Rádio Nacional em 1957.

Os anos de 1957 a 1959 marcaram como o último período de grande fama de Darcy no rádio, pois atuou em inúmeras novelas a ponto de praticamente ter trabalhado em todos os seguimentos de rádionovelas da emissora, como no Novela das Quatro, Novela Toddy, Novela Masson, entre outros. De fato, sua atuação de maior destaque nesta época foi o personagem Felipe da consagrada obra A Paixão de Cristo. Além disso, Darcy participou fortemente de peças de teatro tanto temáticas quanto de séries durante seu tempo na Nacional como O Drama de Cada Um e o Grande Teatro, trabalhando ao lado de nomes famosos da época como Daisy Lúcidi, Gerdal dos Santos, Maria Sampaio, Amélia Ferreira, Hemílcio Fróes e Nelma Costa. Ele também atuou ao lado de Mário Lago em programas radiofônicos como Presídio de Mulheres, dirigido por Lago, ou em peças como O Velho e o Mar encenado no Teatro Municipal.

A partir da década de 1960, o ritmo de Darcy nas rádionovelas diminuiu quase que totalmente. Tal diminuição ocorrera devido ele ter começado a trabalhar como pediatra e ingressado no emergente campo da dublagem. Por conta disso, em 1962, Darcy se limitou a atuar no programa de poesias de Eurico Silva, Alma das Coisas, no programa Número Um, ao qual tinha grande prazer em narrar. No geral, não podendo mais conciliar seus horários com a Rádio Nacional, Darcy decidiu deixar a emissora ainda no início dos anos de 1960 para se dedicar completamente a carreira médica e a dublagem.

Carreira em medicina editar

Darcy atendendo Mário Lago.

Embora sua paixão fosse representar, Darcy estava consciente que precisava seguir uma carreira a qual lhe desse um bom sustento financeiro. Por conta disso, paralelamente ao rádio e teatro, em 1954, ele entrou em uma faculdade de medicina devido seu interesse pela área, se formando um tempo depois em pediatria. Posteriormente, em 1960, Darcy se matriculou e passou na UERJ, aonde, três anos depois, se especializou em clínica médica, profissão com a qual ajudava os colegas sempre que necessário. Ele também prestou concurso público nessa época para entrar na Petrobras, sendo que, após ser aprovado, fora contratado como médico da empresa, onde trabalhou até se aposentar. Já no final da década de 1960, Darcy montou sua própria clínica, trabalhando na mesma até o fim de sua vida.

Carreira na Dublagem: Início e Sucesso editar

Com o surgimento da profissão de dublador no Brasil, muitos atores de rádio e teatro abraçaram esta nova carreira, tais como Tereza Raquel, Ida Gomes, Natália Thimberg, Daniel Filho e Hugo Carvana. Darcy também foi um deles, integrando o primeiro quadro de dubladores do Rio de Janeiro em 1958 pela CineLab, passando depois por praticamente todas as empresas de dublagem existentes no Rio. Por conta do ramo da dublagem ainda estar surgindo nesta época, se aventurar nessa profissão era uma aventura, pois os atores precisavam trabalhar em condições extremamente precárias. Segundo Darcy em uma entrevista que deu a um jornal carioca em 1997: “Era tudo muito experimental no começo. Tínhamos que trabalhar dentro de estúdios sem qualidade técnica”. Seja como for, mesmo com as dificuldades da ainda incipiente área, Darcy tomou gosto pela profissão, sendo que, no decorrer da década de 1960, ele passou pela TV Cinesom, Dublasom Guanabara e, principalmente, a CineCastro. Com o fim da empresa, ele se firmou nos anos de 1970 na Herbert Richers ao ponto de que, na década de 1980, ele era um importante profissional do estúdio, permanecendo, por sua vez, no mesmo por mais de 20 anos. De fato, enquanto ficou nessa empresa, ele conheceu e passou a conviver com inúmeros dubladores que se tornaram seus amigos de longa data (tais como Mario Monjardim, Márcio Seixas e Newton da Matta). Nesse mesmo período, Darcy também trabalhou na Telecine, Televox, Tecnisom, Croma, VTI e na Peri Filmes.

Darcy Pedrosa dublando na Herbert Richers nos anos 1980.

Em seus primeiros anos como dublador, Darcy foi à voz de dezenas de atores famosos além de continuar a atuar em comerciais de rádio, TV e vídeos institucionais como locutor. Entre os atores em que mais se destacou dublando neste período incluem Anthony Hopkins, Christopher Lee, David Niven, Gene Hackman, George Segal, Jack Nicholson, James Earl Jones, Ricardo Montalbán e Yul Brynner. Conforme o tempo passou, Darcy começou a perder espaço como dublador para atores mais jovens, mas mesmo assim, seu talento e profissionalismo lhe garantiram trabalho fixo em séries como em Magnum, onde dublou o inesquecível Higgins (John Hillerman). Ele também fora a voz de DeForest Jelley como Dr. McCoy em todos os filmes de Jornada nas Estrelas, com exceção de A Ira de Khan, onde dublou novamente Montalbán, ator que acompanhou durante anos, principalmente em seu papel como Sr. Roarke em Ilha da Fantasia. Além disso, marcou por dublar Jack Palance no celebre programa de curiosidades Acredite Se Quiser e, mais notavelmente, Chuck Norris e Brian Dennehy em diversos filmes ao longo dos anos de 1980. Em desenhos, suas intepretações mais reconhecidas nesta época foram Shazzan, o gênio da animação de mesmo nome, Don Alejandro em Zorro e Optimus Prime (substituindo Celso Vasconcellos) em Transformers G1.

Últimos Anos: Renovação como dublador e retorno as radionovelas editar

Após sua atuação dublando Jack Nicholson como Coringa no filme Batman em 1989, a carreira de Darcy teria uma grande renovação, pois sua interpretação emblematizou a voz do palhaço do crime de tal forma que ele continuou a dublá-lo nas ries e filmes animados do homem-morcego lançados na década de 90. Sua forma de dublar o Coringa, no entanto, seria anos depois relatada por Márcio Seixas como uma das interpretações que Darcy tinha mais exaustão e dificuldade de realizar. Apesar disso, ele ainda aumentaria o leque de atores que dublava nessa época, passando a incluir Morgan Freeman, Peter Cushin, Robert Duvall e Sean Connery, dentre outros.

No decorrer da década de 1990, além de continuar a participar ativamente da Herbert Richers, Darcy igualmente trabalhou bastante na VTI, onde atuava desde os anos de 1980. Ele também fez participações na Cinevídeo, Áudio News, Delart, Double Sound e Sincrovídeo. Nesta época, Darcy participou da redublagem de diversos filmes clássicos que seriam relançados em VHS e DVD. Já em desenhos, os personagens aos quais dublou nesse período que mais lhe destacaram afora o Coringa foram Dupont de As Aventuras de Tintin e o ambicioso vilão Arquimago de Os Gárgulas, da Disney. Em séries televisivas, por sua vez, ele se destacou dublando o Tenente Welsh (Beau Starr) no seriado de comédia dramática canadense Rumo Ao Sul.

Darcy Pedrosa, junto de Cordélia Santos, durante as gravações da radionovela João Paulo II, A História de Uma Vida Santa em setembro de 1997.

Em 1996, Darcy entrou no elenco de dublagem da série The Pretender, onde deu voz ao ator Patrick Bauchau como o Dr. Sidney. Já em 1997, dentre as diversas dublagens que ele realizou no ano, as mais marcantes foram o pai hippie de Dharma no seriado Dharma & Greg e Jonathan Hyde como Bruce Ismay no histórico filme Titanic. Ainda no mesmo ano, Darcy voltou a trabalhar com radionovelas, tendo gravado para Rádio Catedral o programa João Paulo II, A História de Uma Vida Santa, ao qual protagonizou junto de Myriam Thereza. Em 1998, por sua vez, Darcy fez seu trabalho final relacionado com a Disney ao dublar o Rei James no longa animado Pocahontas II: Uma Jornada para o Novo Mundo e dublou Robert Duvall pela última vez no épico filme de catástrofe Impacto Profundo.

Com a chegada de 1999, até o fim de maio, Darcy dublou incansavelmente várias séries e filmes, sendo que nesta época, declarou que seu trabalho o estava deixando terrivelmente exausto, contudo, isso não diminuía sua vontade de trabalhar. Seus últimos trabalhos foram Ian McDiarmid como o senador Palpatine/Lorde Sidious em Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma, o Pai na série animada A Vaca e o Frango e, novamente, Chuck Norris no seriado televisivo Chuck Norris: O Homem da Lei (também conhecido como Walker, Texas Ranger). Por conta de seu falecimento, ele fora substituído por Pádua Moreira nos demais filmes da trilogia prequela de Star Wars. Já em Walker, Texas Ranger, José Santana assumiu seu lugar.

Vida Pessoal editar

As pessoas que conviveram com Darcy o descreveram como a alguém que, além de muito talentoso, era divertido e atencioso, nunca perdendo o bom humor, independente da situação. Só que embora sua voz o tenha feito alcançar fama nacional, Darcy era uma pessoa reservada e, como tal, não gostava de entrevistas, pois não queria estar em evidência. Por conta disso, ele era visto com maus olhos por alguns colunistas. Graças esse seu reservismo, o rosto de Darcy continuou sendo desconhecido para o público a ponto de seu nome ter sido grafado errado no livro de Mário Lago, onde foi publicada uma foto sua ao lado do ator. De fato, mesmo durante seus anos de dublagem, seu rosto foi raramente mostrado. Entretanto, apesar de zelar por sua privacidade, Darcy ocasionalmente estava disposto a dar entrevistas se mesma tivesse o intuito de divulgar a dublagem e a profissão de dublador, sendo sempre muito amável e respeitoso com seus entrevistadores.

Segundo seus amigos e colegas dubladores, uma característica peculiar de Darcy era sua mania de formular frases utilizando os nomes dos colegas, tais como:

  • A mentira tem Penha curta!”,
  • Pelas abomináveis sandálias de Ilka!
  • Antes Dário do que nunca!
  • Gonçalos me mordam!
  • Com mil Leonardos Josés! Com mil não! Tô dando muita corda! Bota só quinhentos!”
  • Pelas sugestivas tranças de Jorge Eduardo!
  • "Quem com Ilka fere, com Roberto Macedo será ferido!
  • No próximo carnaval dona Selma vai sair de Tiazinha porque o chicote ela já tem.

Outra mania peculiar de Darcy era que, enquanto estava dublando, quando sua fala passava do movimento labial do ator e o diretor pedia para refazer diminuindo só um pouquinho o ritmo, ele dizia: “Diminui só um ogalésimo de segundo”, referindo-se ao companheiro Henrique Ogalla que não era muito alto.

Além de ser rádio ator, dublador e médico, Darcy era compositor, tendo feito muitas parcerias com seu amigo, Mário Lago. Ele também era um humanitário que ajudava colegas com problemas financeiros ou emocionais.

Morte editar

No dia 28 de maio de 1999, Darcy trabalhou normalmente até tarde da noite dublando a série Walker, Texas Rangers. No dia seguinte, no entanto, após se sentir mal em casa, ele foi levado às pressas ao hospital, onde veio a falecer, aos 69 anos, depois de sofrer um infarto causada por um grave edema pulmonar.

Homenagens & Legado editar

Foto de Darcy Pedrosa em sua época como rádio ator na capa da revista TV Séries.

Logo após Darcy ser sepultado, seus amigos dubladores na Herbert Richers o homenagearam no pátio do estúdio se recordando de como seu bom humor e suas brincadeiras que tornavam o lugar mais agradável de se frequentar.

Entre julho e agosto de 1999, a revista TV Séries homenageou a vida e obra de Darcy com uma matéria contando sobre sua carreira desde a rádio até seu sucesso com a dublagem.[1][2]

Mesmo após décadas de sua morte, diversos dubladores veteranos, como Henrique Ogalla, Márcio Seixas, Newton da Matta, Mário Monjardim, Ricardo Schnetzer e Guilherme Briggs, creditaram o legado de Darcy como de suma importância para o sucesso da dublagem brasileira. Da Matta, Monjardim, Seixas e Ogalla inclusive declararam que tanto a voz quanto a dicção de Darcy eram tão únicas que nenhum dublador de sua época, ou vindo posteriormente, conseguiu se igualar.

Trabalhos em Dublagem editar

Gene Hackman editar

Filmes editar

Jack Nicholson editar

Filmes editar

Brian Dennehy editar

Filmes editar

James Earl Jones editar

Filmes editar

Séries editar
Documentários editar

Chuck Norris editar

Filmes editar

Séries editar

Anthony Hopkins editar

Filmes editar

Séries editar

David Niven editar

Filmes editar

Richard Crenna editar

Filmes editar

George Segal editar

Filmes editar

Christopher Lee editar

Filmes editar

Séries editar

Yul Brynner editar

Filmes editar

Ricardo Montalbán editar

Filmes editar

Séries editar

George C. Scott editar

Michael Ironside editar

Filme editar

Robert Duvall editar

Filmes editar

William Holden editar

Filmes editar

Jack Palance editar

Filmes editar

Séries editar

Donald Sutherland editar

Filmes editar

Jeffrey Jones editar

Filmes editar

Robert Mitchum editar

Filmes editar

Brian Keith editar

Filmes editar

Séries editar
  • Cara e Coroa (1983-1986) - Juiz Milton "Hardcase" Hardclastle

DeForest Kelley editar

Filmes editar

Séries editar

Ray Milland editar

Filmes editar

Séries editar

Edward Herrmann editar

Filmes editar

Martin Balsam editar

Filmes editar

Michael Caine editar

Filmes editar

Mitchell Ryan editar

Filmes editar

Richard Harris editar

Filmes editar

Robert Shaw editar

Filmes editar

Sean Connery editar

Filmes editar

Richard Anderson editar

Filmes editar

Séries editar

Cliff Robertson editar

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Dean Martin editar

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Donald Pleasence editar

Filmes editar

Henry Fonda editar

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James Cromwell editar

Filmes editar

Joseph Cotten editar

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Judd Hirsch editar

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Kirk Douglas editar

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Lance Henriksen editar

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Laurence Olivier editar

Filmes editar

Pat Hingle editar

Filmes editar

Ralph Bellamy editar

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Richard Libertini editar

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Robert Ryan editar

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Stewart Granger editar

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William Daniels editar

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Cesar Romero editar

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Séries editar

Christopher Plummer editar

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Séries editar

Maximilian Schell editar

Filmes editar

Séries editar

John Hillerman editar

Filmes editar

Séries editar

Anthony Quayle editar

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Art Metrano editar

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Brion James editar

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Burt Lancaster editar

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Carmen Argenziano editar

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Charles Grodin editar

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Dean Stockwell editar

Giancarlo Giannini editar

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John Considine editar

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John Cleese editar

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John Wayne editar

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John Williams editar

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Joseph Bologna editar

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Leslie Nielsen editar

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Morgan Freeman editar

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Oliver Reed editar

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Paul Freeman editar

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Pat Hingle editar

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Mark Rolston editar

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Martin Landau editar

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Mel Ferrer editar

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Peter Cushing editar

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Pete Postlethwaite editar

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Raye Birk editar

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Raymond J. Barry editar

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Robert Forster editar

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Robert Vaughn editar

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Robert Webber editar

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Sam Shepard editar

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Stacy Keach editar

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Steven Berkoff editar

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Tom Bower editar

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Vic Polizos editar

Filmes editar

Filmes editar

Séries editar

Novelas editar

Claudio Báez editar

Animações Ocidentais editar

Dee Bradley Baker editar

Séries editar

Lou Scheimer editar

Séries editar

Mark Hamill editar

Longas editar
Séries editar

Michael Bell editar

Séries editar

Peter Cullen editar

Longas editar
Séries editar

Longas editar

Guy Piérauld editar
Outros editar

Séries editar

Curtas editar

Animações Orientais editar

Séries editar

Áudio Dramas editar

Trabalhos com Locução editar

Séries editar

Animações Ocidentais editar

Amostra de Dublagem editar

Série Personagem Áudio
Inferno em Chamas: Vida Após a Morte Xavier
<sm2>Darcy Pedrosa (Xavier).ogg</sm2>
A Vaca e o Frango Pai
<sm2>Darcy Pedrosa (Pai).ogg</sm2>

Galeria editar

Referências editar

  1. Revista TV Séries. Ed. nº 24. Julho/Agosto de 1999.
  2. Artigos de Revistas - Darcy Pedrosa. Casa de Dublagem. Criado em 26/04/2018. Acessado em 18/04/2023.

Imagem: Site DB - Dublagem Brasileira. (www.dublagembrasileira.com.br)

  1. Lançado no Brasil como minissérie.
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